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Quais nutrientes são importantes para o seu bebê nos 1000 primeiros dias?

É consenso mundial que o aleitamento materno é uma forma inigualável de prover nutrição ideal para o crescimento e desenvolvimento. Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP): da sala de parto aos dois anos de vida (ou mais).
Tradicionalmente as vitaminas A e D e os minerais iodo, zinco e ferro estão associados às maiores deficiências, consideradas de elevado impacto social e priorizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em todo o mundo. Entretanto, recentemente, passou a ter destaque, em nível de saúde pública mundial, a deficiência de um vital macronutriente para o neurodesenvolvimento, o DHA (Ácido Docosahexaenóico), e que deve ser ingerido ou suplementado desde a gestação.
A ação biológica do zinco no crescimento, no desenvolvimento cognitivo, na reparação tissular e replicação celular torna-o um elemento de grande importância para o organismo, particularmente para o sistema imunológico.
A anemia por deficiência de ferro é a mais comum das carências nutricionais. Crianças com idade entre 6-24 meses apresentam risco duas vezes maior para desenvolver a doença. Considerada um sério problema de saúde pública, a anemia pode prejudicar o desenvolvimento mental e psicomotor, causar aumento de morbidade e mortalidade materna e infantil, além da queda no desempenho do indivíduo no trabalho e redução da resistência às infecções.
Lembrando que os primeiros 1000 dias compreendem o período da gestação até 2 anos de vida e que podem modificar todo o futuro desta criança, reiteramos a importância de uma orientação profissional, e de preferência de forma individualizada, da alimentação do binômio mãe-filho durante este período.

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